Quanto custa criar um site? Faixas reais de 2026 (com fontes)

D2UN
29 de jun. de 2026 · 14 min de leitura

No Brasil, criar um site profissional costuma custar de R$ 800 a R$ 3.000 com um freelancer e de R$ 3.000 a R$ 10.000 ou mais com uma agência, enquanto uma loja virtual costuma partir de R$ 5.000 e passar de R$ 40.000 conforme o porte (fontes: HostGator e QueroSite, 2026). Quem prefere montar sozinho num construtor paga por mês, em geral de R$ 15 a quase R$ 1.000 (Wix, 2026). O preço varia tanto porque depende menos de quantas páginas o site tem e mais do que ele precisa fazer.

Essa é a resposta honesta, e ela já mostra o problema de quem só procura "o preço de um site": não existe um preço, existem faixas, e a faixa muda conforme o trabalho. Um cartão de visita digital de uma página não custa o mesmo que uma loja com pagamento, estoque e dezenas de produtos. Este guia foi escrito para dono de empresa e de clínica, não para quem trabalha com tecnologia. Você vai entender o que faz o preço subir ou descer, as faixas reais por tipo de site, a diferença entre freelancer, agência e construtor "faça você mesmo", os custos que continuam todo mês e como descobrir o preço justo para o seu caso, sem cair em armadilha.

Importante deixar claro de saída: todos os números aqui têm fonte pública, com link e ano. Onde o mercado não tem um número confiável, eu falo em termos relativos, porque cravar valor sem fonte só atrapalha a sua decisão.

Quanto custa criar um site, sem enrolação

Se você quer uma referência rápida para começar a conversa, as faixas mais citadas pelo mercado brasileiro em 2026 são estas. A HostGator publica que um site institucional feito por freelancer fica entre R$ 800 e R$ 3.000, e por agência entre R$ 3.000 e R$ 10.000 ou mais; uma loja virtual feita por freelancer parte de R$ 3.000 a R$ 6.000 (HostGator, 2026). A QueroSite, que organiza por porte, coloca o institucional simples de quatro a cinco páginas entre R$ 2.500 e R$ 7.000, e uma loja de até 500 produtos entre R$ 12.000 e R$ 40.000 (QueroSite, 2026).

Olhando o quadro geral, a Shopify resume o custo de um projeto de site entre R$ 2.500 e R$ 50.000, dependendo do caminho e das funcionalidades (Shopify Brasil, 2025). A amplitude assusta, mas ela é honesta: site é como reforma de imóvel, o orçamento depende do que você quer dentro.

Repare que esses números são de valor único, ou seja, o que você paga para o site ficar pronto. Existem ainda os custos que voltam todo ano ou todo mês, como domínio, hospedagem e manutenção, que tratamos mais adiante. Guardar essa diferença entre "pagar para fazer" e "pagar para manter" já te coloca à frente da maioria de quem pede orçamento.

Por que o preço varia tanto: o que muda o preço de um site

Antes de comparar faixas, vale entender o que está por trás delas. O preço de um site é a soma de algumas decisões, e cada uma empurra o valor para cima ou para baixo. Quando você entende esses fatores, consegue ler qualquer orçamento e saber por que um é mais caro que o outro.

Os seis fatores que mudam o preco de um site. Numero de paginas: mais paginas, mais trabalho de montagem. Design sob medida: layout exclusivo custa mais que template pronto. Loja e integracoes: vender online e ligar sistemas pede mais. Conteudo: texto e fotos prontos baixam o custo, do zero sobe. SEO: preparar o site para aparecer na busca. Manutencao: o cuidado mensal depois que o site esta no ar.
O preço não vem do tamanho do site, vem do que ele precisa fazer.

Os seis fatores que mais pesam:

Faixas por tipo de site

Agrupando esses fatores, dá para separar os sites em três grandes tipos, do mais simples ao mais complexo. As faixas abaixo são de mercado, em reais, e servem de bússola, não de tabela fechada.

Faixas de preco por tipo de site no Brasil em 2026. Site institucional simples feito por freelancer custa de R$ 800 a R$ 3.000. Site institucional profissional feito por agencia custa de R$ 3.000 a R$ 14.000. Loja virtual custa de R$ 5.000 a R$ 40.000 ou mais conforme o porte. Sao faixas de mercado e o valor depende do que o site precisa fazer. Fonte HostGator e QueroSite 2026.
Faixas de mercado por tipo de site. Fonte: HostGator e QueroSite, 2026.

Um ponto que ajuda a economizar sem perder qualidade: se o seu objetivo é só capturar contatos de uma campanha, talvez você nem precise de um site completo, e sim de uma landing page, que é mais simples e mais barata por ter um foco só. Saber exatamente o que você precisa evita pagar por mais do que vai usar.

Os quatro caminhos: freelancer, agência, construtor e loja virtual

O mesmo site pode sair por preços bem diferentes dependendo de quem faz e de como você paga. Existem quatro caminhos, e a confusão mais comum é misturar dois modelos de cobrança diferentes: o valor único, que você paga para o site ficar pronto, e a mensalidade, que você paga enquanto usa.

Os quatro caminhos para ter um site e como cada um cobra. Construtor faca voce mesmo cobra mensalidade, e barato no inicio porem limitado e preso a plataforma. Freelancer cobra um valor unico, bom custo porem com capacidade e suporte limitados. Agencia cobra um valor unico maior, com estrategia, design e acompanhamento. Loja virtual e o caminho mais caro porque soma desenvolvimento e integracoes.
Construtor cobra por mês; freelancer e agência cobram por projeto.

Construtor "faça você mesmo". São as plataformas em que você monta o site arrastando blocos, sem programar. Cobram uma mensalidade, em geral de R$ 15 a quase R$ 1.000 conforme o plano (Wix, 2026). É o caminho mais barato para começar e funciona para algo simples, mas você faz tudo sozinho, fica limitado ao que a plataforma permite e, se um dia quiser sair dela, costuma ter que recomeçar do zero.

Freelancer. Um profissional faz o site por um valor único. Costuma ter bom custo e contato direto com quem executa. A contrapartida é a capacidade limitada de uma pessoa só e um suporte mais frágil depois da entrega, principalmente se a pessoa ficar sobrecarregada ou sumir.

Agência. Uma equipe faz o site, também por um valor único, geralmente mais alto. Em troca, você ganha estratégia, design pensado para a marca, mais especialidades envolvidas e acompanhamento depois que o site entra no ar. Faz sentido quando o site precisa dar resultado de verdade, não só existir.

Loja virtual. Mais do que um quarto caminho, é um nível à parte: como envolve vender, integrar pagamento e organizar produtos, soma desenvolvimento que os outros tipos não têm. Por isso fica sempre na faixa mais alta, seja com freelancer ou com agência.

Os custos que continuam todo mês

Aqui mora a surpresa de quem nunca teve site: além do valor para criar, existem custos que voltam sempre. Eles são pequenos perto do projeto, mas precisam entrar no seu planejamento desde o início.

Somando, mesmo um site simples tem um custo mínimo de existência: o domínio uma vez por ano e a hospedagem todo mês. Quem ignora isso na hora de contratar leva susto depois.

Quando o barato sai caro

Site é uma daquelas compras em que o preço mais baixo, às vezes, é o mais caro no fim. Não para te empurrar o mais caro, mas para você não jogar dinheiro fora, vale conhecer as armadilhas mais comuns:

Como descobrir o preço justo pro seu caso

Em vez de perguntar "quanto custa um site", que não tem resposta única, faça uma pergunta melhor: o que esse site precisa fazer pela minha empresa? O preço justo é o que entrega isso, nem mais nem menos. Um caminho simples para chegar lá:

Esse é o ângulo que a gente defende na D2UN: o preço justo de um site não vem do número de páginas, vem do que ele precisa fazer pela empresa, que quase sempre é vender. Quando chega a hora de tirar do papel, vale ter quem faz pensando em resultado, com domínio e conteúdo no seu nome, olho na velocidade e na conversão. A gente cria sites que vendem, não cartão de visita, e mostra o resultado com dado, não com promessa.

E a inteligência artificial muda o preço?

Uma dúvida cada vez mais comum é se a inteligência artificial deixou o site mais barato. A parte fácil, sim: hoje dá para gerar um rascunho de layout ou um texto inicial em minutos, e isso ajuda a baratear o começo. O que a IA ainda não faz sozinha é o que define o resultado: entender o seu negócio, escolher a estrutura que converte, escrever a mensagem certa para o seu cliente e ligar o site à medição. A IA é uma boa ajudante, não uma substituta da estratégia, e por isso ela barateia a montagem sem zerar o valor de fazer bem feito.

Tem ainda um lado da IA que vale começar a olhar como oportunidade. Assim como as pessoas perguntam ao Google, elas já perguntam ao ChatGPT e ao Gemini onde resolver um problema. Um site claro, rápido e bem descrito ajuda a sua empresa a aparecer também nessas respostas. Encare isso como um ganho a mais que já dá para preparar, sem precisar virar tudo de cabeça para baixo.

No fim, a melhor forma de não pagar nem demais nem de menos é saber o que você quer que o site faça e comparar orçamentos pelo mesmo escopo. Com isso na mão, o preço deixa de ser um mistério e vira uma decisão de negócio.

Quanto custa criar um site no Brasil?
Um site institucional profissional costuma custar de R$ 800 a R$ 3.000 com freelancer e de R$ 3.000 a R$ 10.000 ou mais com agência, segundo a HostGator em 2026. Uma loja virtual parte de R$ 5.000 e pode passar de R$ 40.000 conforme o porte, segundo a QueroSite. Quem monta sozinho num construtor paga uma mensalidade, em geral de R$ 15 a quase R$ 1.000, segundo a Wix. O preço varia tanto porque depende do que o site precisa fazer, não só de quantas páginas tem.
Qual a diferença de preço entre freelancer e agência?
O freelancer costuma ser mais barato e dá contato direto com quem executa, mas tem capacidade limitada e suporte mais frágil depois da entrega. A agência cobra mais, geralmente um valor único maior, e em troca entrega estratégia, design pensado para a marca, mais especialidades e acompanhamento depois que o site entra no ar. Vale a agência quando o site precisa dar resultado, não só existir.
Quanto custa manter um site por mês?
Os custos mensais são hospedagem e, se você quiser, manutenção. A hospedagem fica entre R$ 10 e R$ 200 por mês conforme o porte do site, segundo a HostGator. A manutenção é opcional e fica entre R$ 50 e R$ 1.200 por mês, segundo a QueroSite; para um site pequeno costuma ser de R$ 250 a R$ 500 por mês, segundo a Wix. Além disso, o domínio é pago uma vez por ano, em geral de R$ 50 a R$ 150.
Vale a pena fazer um site de graça ou muito barato?
Para testar uma ideia, um construtor barato resolve. Para uma empresa que quer ser levada a sério e encontrada, o barato muitas vezes sai caro: template genérico que não converte, software pirata com risco de segurança, ninguém para dar manutenção e o risco de ficar preso à plataforma sem poder migrar. Antes de fechar pelo menor preço, confirme se o conteúdo é seu, se dá para migrar e quem cuida do site depois.
O que faz o preço de um site subir?
Seis fatores pesam mais: o número de páginas, se o design é sob medida ou um template pronto, se o site tem loja e integrações, se você já tem o conteúdo ou alguém precisa produzir, se há trabalho de SEO para aparecer na busca e se inclui manutenção mensal. Loja e integrações são o que mais encarece, por isso loja virtual é sempre a faixa mais alta.
Como saber se o orçamento de um site é justo?
Liste o que o site precisa fazer pela sua empresa, separe o essencial do desejável e peça orçamentos com exatamente o mesmo escopo para mais de um fornecedor. Pergunte sempre o que está incluso (domínio, hospedagem, conteúdo, SEO e manutenção entram no valor ou são à parte) e confirme que o domínio, o conteúdo e o acesso ficam no seu nome. Comparar o mesmo trabalho mostra quem cobra justo.
Lucio Cruz
Lucio Cruz
Fundador · D2UN

Fundador da D2UN, empresa de tecnologia de Brasília com mais de 10 anos no mercado. Especialista em SEO, infraestrutura e desenvolvimento web.

A D2UN faz isso

Tecnologia que faz sua empresa crescer

SEO, sites, agentes de IA e suporte de TI. Fale com a gente.

Falar com a gente

Quer conversar sobre o seu projeto?